Voa, Rolinha Serena
(Brelnda Braga)
No topo da árvore,
Rolinha Serena nasceu.
De pequenina floresceu menina.
Do ninho para os galhos saltou.
Testou voos pela mata, flanou.
As asas bateram forte.
Mirou longe, voou além mar.
De tudo que viu gostou,
Quis aterrissar e ficar.
O tempo passou...
Ao topo da árvore um dia voltou.
Voltou para relembrar,
No ninho aconchegar,
O coração esquentar.
Ouviram-se todas a cantar:
“Fogo apagou, fogo apagou”.
O peito da Rolinha Serena
De alegria estufou.
Comemorou, amou, flutuou.
Sentiu que pode voltar
Sempre que o coração suspirar.
Voa, Rolinha Serena, voa!
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